Não podemos nos esquecer de que o Estado por ser laico, não
deve levantar nenhuma bandeira religiosa, não promover nenhum preconceito
fundamentalista, e ou incitar qualquer movimento contrário à liberdade sexual
própria da diversidade humana. A Lei de todo verdadeiro cristão é a do AMOR e
esta não diferencia a cor da pele, o sexo, a idade, a condição social ou a “religião”.
Portanto, não faz sentido rejeitar medidas que venham promover o diálogo, a
tolerância e a reflexão. Não vi o “kit”! Será que alguém viu??? Ou ninguém viu
também? Fala-se muito do que não se conhece. E censuram-se coisas que fazem
parte do cotidiano da vida do ser humano, promovendo-se um moralismo que em
nada beneficia a sociedade. O ensino religioso, desde que promova o diálogo
entre as religiões e não seja confessional (ligado a uma só religião) será
muito bem vindo. Aliás, onde está a religiosidade, ou melhor a espiritualidade
dessa nova geração? Nesta época de individualismo, materialismo e consumismo tão
exacerbados, a sociedade pede socorro solitária, acuada e violenta. O
pensamento humanista/solidário que promova valores que enfatizam o respeito ao
ser humano deve ser a verdadeira bandeira do ESTADO.
domingo, 29 de abril de 2012
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